zenpunk

joined 1 month ago
 

É algum apito de cachorro para brotherageiros?

 

Amigos, estou com minha caixa do Proton Mail a quase 90% e já não sei mais o que fazer.

Quero um novo e-mail que dê condições de migrar o conteúdo de um antigo cliente e que tenha uma aplicação que me permita ler e escrever mensagens sem necessidade de internet, tal qual um mensageiro.

Já ouvi falar de e-mail assim pelo blogue ploum.net. Me falta o link agora, mas depois posso enviar.

O que me contam?

 

Minha caixa está a 80% e não tenho ideia do que posso fazer. Não quero também manter mensagens temporárias.

O que posso fazer? Será que posso “migrar” o conteúdo para outro cliente?

[–] zenpunk@lemmy.eco.br 1 points 14 hours ago

Eu tentei entrar nessa seara, mas percebi que o movimento é o contrário: você primeiro pesquisa um dispositivo que aceite a CR, depois você a instala. Não o contrário...

Eu já tinha dois telefones quando percebi isso, e funcionando muito-bem-obrigado.

[–] zenpunk@lemmy.eco.br 1 points 14 hours ago

A única coisa “ruim” que eu achei foi justamente a custódia do Google e a gerência das operadoras

Achei essa intermediação ainda ruim. Mas ainda é melhor do que precisar de ter conta para trocar mensagens.

[–] zenpunk@lemmy.eco.br 1 points 14 hours ago

Oxe, e por quê?

[–] zenpunk@lemmy.eco.br 1 points 14 hours ago (1 children)

Me parece uma nécessaire de mulher. Isso me lembra... esmalte. Mas esmalte não é cilíndrico.

Como envolve coisas com “artes” (seja lá o que “Bobe Gudes” for), utilizaria para alguma coisa dessa espécie também. Pincéis, canetas, pilotos de lousa...

[–] zenpunk@lemmy.eco.br 2 points 14 hours ago (1 children)

Corrente do micropostverso. Toda semana por lá votam em um tema de música que será compartilhado na quinta. E aí para a nossa infelicidade daqui do fioverso, vemos vários posts independentes com #musiquinta.

É muito difícil de acompanhar todas as recomendações por aqui, mas acho que por RSS fica suave: https://mastodon.social/tags/musiquinta.rss

[–] zenpunk@lemmy.eco.br 1 points 14 hours ago

O compartilhamento do Mastodon e do Misskey é bom para achar gente nova

Única vantagem dessas duas plataformas, se duvidar.

Mas no caso do fediverso, e falando por mim, uso compartilhamentos mais como forma de ajudar a propagar conteúdos

Sim, que é uma forma de ajudar, é. Mas creio que seja uma forma um tanto displiscente e preguiçosa. Esse tipo de compartilhamento me lembra aqueles panfletadores de esquina do centro. Se eu me importo com uma causa, irei mencioná-la em uma conversa (neste contexto, em um post). O que chama mais atenção, ajudar a distribuir outros panfletos que outra pessoa já está panfletando, ou falar com um grupo de pessoas sobre a informação do panfleto? Então prefiro hyperlinkar algum conteúdo, introduzir o leitor a ele e publicar. Assim não será somente um “conteúdo” a mais, mas sim uma campanha declarada.

Do mais, não sinto falta do ruído do Mastodon e Misskey.

Não sentimos.

[–] zenpunk@lemmy.eco.br 1 points 14 hours ago (1 children)

Bruh. Here is one, here is two, here is three other examples.

[–] zenpunk@lemmy.eco.br 1 points 14 hours ago
[–] zenpunk@lemmy.eco.br 1 points 14 hours ago

Antes de tudo, dei uma passeada no seu perfil, e que plataforma linda, hein? É tipo um Akkoma turbinado...

até pagam (dão desconto) se a pessoa pagar um valor grande em moedas, mas ao mesmo tempo eles têm esse preconceito com dinheiro vivo,

Estranho mesmo. É a lógica do mercador: vende o máximo para investir o mínimo.

Mais estranho ainda é o movimento recente de adoção de dinheiro vivo. (Perdão mandar link com muro cobrador, mas é que eu só encontrei essa informação nessa matéria que estava primeiramente em versão impressa).

mas não em um sistema mecatrônico para aceitar pagamento em dinheiro vivo

Que nunca chegou ao Brasil inclusive, não é? Ou estou enganado? Nunca vi totem para dinheiro. No Japão isso é comum, pelo que sei.

ao tentar efetuar uma chamada telefônica é quase certeza de cair num “esse número está configurado para não receber chamadas”, ou tocar até cair na caixa postal

Um inferno isso. Minha mãe só atende chamada pelo Whatsapp. Não entendo como não toca pela linha direta, mas pelo mensageiro, sim.

E piorou tentar recomendar às pessoas que não querem ou não podem lidar com chamada telefônica, os meios alternativos ao WhatsApp, como XMPP, SimpleX e Matrix.

Ligação telefônica e mensageiro alternativo, os dois a 80 km/h, qual dos dois ganha na corrida de comunicação alternativa?

[–] zenpunk@lemmy.eco.br 1 points 6 days ago (2 children)

A sorte é que eu não tinha “consumido” nada ali

Ufa! Ainda bem... Pergunto porque já passei pela situação de fazer um pedido de comida perecível e realmente ter alguma dificuldade com o pagamento.

sai mais caro o molho do que o peixe

Adorei essa expressão! 😂

Aí gera situações onde, se tudo tiver com problema (como vira e mexe tem problema com AWS afetando o sistema do Pix e de gateways de pagamento simultaneamente), a pessoa tem que largar as coisas porque não tem como efetuar o pagamento.

Ainda não presenciei esse recurso em ação. Atento pela próxima vez em que eu for nesses mercados de estrada ou de bairro nobre...

E a necessidade de ter que ficar botando crédito todo mês senão vai-se embora o número de telefone

Eu pelo menos voltei mais a fazer mais chamadas até para evitar o uso de Whatsapp. Pagar uma taxa pelos créditos para mim é até algo necessário...

porque tão precisando urgentemente de moedas e tal, só que ao mesmo tempo .

Essa frase pareceu incompleta. Ou é assim mesmo?

E pra piorar, caixa eletrônico de banco há um tempo tem tido só notas altas (20, 50, 100, 200)

Isso sim é bizarro. Sempre tenho que fazer um cálculo para que venha o mínimo de notas de 50 possível. Antigamente ao menos davam-nos opções de retirada de cédulas. Agora só despejam as cédulas da forma que for possível. Quase que pra despachar logo o cliente...

[–] zenpunk@lemmy.eco.br 2 points 6 days ago

Qualquer desculpa que eu tiver para não usar o telefone, eu vou adotar. Até dobrar roupa se tornou mais interessante do que ficar conectado!

[–] zenpunk@lemmy.eco.br 1 points 6 days ago

Usar luz baixa em casa, gostoso demais...

 

A melhor parte da semana é abrir o Fediverso em uma manhã tranquila de sábado.

Obrigado por estarem aqui!

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Lâmpadas (sopuli.xyz)
submitted 3 weeks ago* (last edited 3 weeks ago) by zenpunk@lemmy.eco.br to c/batepapo@lemmy.eco.br
 

Caralho, como eu odeio luz fluorescente bem no alto da cabeça...

P.S.: editei a imagem com um texto alternativo com a tradução do meme, para caso alguém a queira...

 

Caralho, como eu odeio luz fluorescente bem no alto da cabeça...

 

cross-posted from: https://jlai.lu/post/32559667

https://www.franceinfo.fr/internet/reseaux-sociaux/l-assemblee-nationale-adopte-l-article-phare-d-un-texte-interdisant-les-reseaux-sociaux-aux-moins-de-15-ans_7766495.html

(en retard)

Meme do Lemmy francófono que diz:

Parar de usar um site pedopornográfico para se comunicar (seta para a esquerda)

Proibir uso de redes sociais para menores de 15 anos (seta para a direita)

Governo e deputad@s

 

Texto do Filipe Saraiva (talvez um dos maiores sommeliers de plataformas que vejo por aqui) sobre a sua experiência no micro.blog ― e o porquê desistiu da estadia.

Com “tranquilas” o autor faz menção àquelas

redes que desabilitam funcionalidades viciantes, que fazem com que o usuário fique cada vez mais tempo na plataforma, e também funcionalidades que o estimulam a criar uma “audiência” cada vez maior em torno do conteúdo.

Achei interessante essa passagem da página de suporte do micro.blog citada pelo autor:

But it's not a clone of Mastodon. We leave features out on purpose — no likes, no boosts, no trending tags. It's not a popularity contest, and it's not a space where outrage goes viral.

Não experimentei essa plataforma, mas acho que, de certa forma, seus desenvolvedores acertaram nessa. Tenho uma impressão de que números (tanto de curtidas, compartilhamentos e até de seguidores!) levam a um ímpeto por buscar maior audiência, bem como por uma performatividade da parte dos usuários. É o que percebo em redes como Twitter, Bluesky, Instagram e... Mastodon.

Minha experiência com blogues, e até mesmo aqui no Lemmy, foram muito mais flúidas, de apreciação e discussão de conteúdo, muito menos sobre batalha de ego e performance. Nesses contextos, não me importo com quem lê, “curte” ou compartilha meu conteúdo; somente com quem interage com ele.

O que vocês acham disso?

 

Ignoro, respondo quando eu estiver trabalhando, peço para ele ter um pouco de noção? Sei que sou ainda um trabalhador novato, que “precisa conquistar a equipe” etc., mas... ainda assim? Se era para me contatar fora de horário de trabalho, que me pagasse por mais horas, não?

 

Decidi que fóruns de discussão serão a minha forma primária de interação virtual ― pelo menos por enquanto ― e precisava de um repertório de bons espaços.

Entre eles, escolhi este Lemmy e o Órbita, do Manual do Usuário. Dei uma passeada no Quora ― e que sitiozinho confuso, viu? Mas a comunidade é bem simpática (apesar de que tem muitas perguntas ragebait).

Não tenho vontade de visitar o Reddit. Na vez em que o visitei, achei a comunidade muito performática.

Quais outros espaços de discussão vocês frequentam?

 

Publiquem neste fio músicas que vocês conheceram em aulas da escola, que tiveram que apresentar na escola ou simplesmente músicas que passam a energia de escola. Se possível, descrevam como as conheceram.

Queria compartilhar pelo menos três:

  1. “Eduardo e Mônica”, Legião Urbana: quinto ano de ensino fundamental em uma escola privada. Não lembro agora o contexto da aula, mas lembro que voltei para casa cantando essa música. Hoje em dia já não gosto de Legião Urbana, mas adoro as lembranças a que esta música me remete.

  2. “Globalização”, Tribo de Jah: segundo ou terceiro ano do ensino médio em escola pública. A professora de Geografia adorava uma enrolação, mas tinha muito bom gosto. “Globalização” fala sobre a descrença da ascenção dos Tigres Asiáticos como potência econômica, embalado em um reggae;

  3. “Estudo Errado”, Gabriel, o Pensador: outra pérola da professora de Geografia.

Bônus: “Aquarela”, Toquinho, essa nunca ouvi em sala de aula, mas é muito provavelmente uma música que alguém já passou em sala de aula, até por conta da letra e tal.

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